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Joaninha na praia |
Na fornalha dos pensamentos,
Por vezes, esconde-se a frescura
Da melhor lembrança de sempre!
Ela encolhe-se e afunda-se
Mesmo conhecendo a sua importância
Para quem vive confiante na candura dela.
Porque assim reage?
Na curva do tempo, fica esquecida,
Sem adrenalina para se notar e vasculhar
Dentro de tão barulhenta e forma inércia.
Acumulação de eventos,
Sobrepõem-se sobre novas camadas
Que são repentinas e camufladas
De bravas incertezas, ou caretas insinuantes.
É com a força maior que a faz despertar,
Para a bravura da idade e do tempo.
Logo, é a quietude que se renova, sempre!
G.L.
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